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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Os 4 dragoes elementais

Para os antigos Bruxos e os Alquimistas, os Dragões eram seres dotados de dons mágicos, representando seres divinos, inteligentes e superiores.

Suas dimensões mágicas, os credenciam para que eles possam realizar encantos e magias a partir do domínio dos 4 elementos naturais: Terra, Fogo, Água e Ar.

Nesse sentido, dominando os 4 elementos, os Alquimistas agrupavam e identificavam os Dragões de acordo com cada elemento, tendo capacidades específicas e peculiaridades próprias que os distinguiam entre si.

O Dragão do Ar ou alado é representado pelo “mercúrio dos sábios”. Sua característica está voltado para o estado volátil, flexível, onde os seus pontos fortes estão na sua força, inteligência, agilidade de pensamento, liberdade, psique desenvolvida e elevação espiritual.

Cores simbólicas: Amarelos e dourados.

Dragão do Fogo ou ígnea, vulgarmente conhecido como “cuspidor de fogo” é representado pelo “enxofre dos sábios”. Sua característica está voltada para a calcinação, o uso da sua força radiante e da energia de autocombustão que cria e destrói. Simbolicamente, a sua injeção de labareda está associada a sua intuição e vontade espiritual. É um ser bastante espiritualizado.

Cores simbólicas: Vermelhos e cores quentes.

Dragão da Água ou aquático é representado pelo “sal harmônico”. Sua característica está voltada a sua força fluente e a dissolução da matéria. Este dragão apresenta emoções superiores, baseada na alma, onde o seu inconsciente individual é usado como força de conhecimento.

Cores Simbólicas: Azuis e verdes azulados.

Dragão da Terra ou terrestre é representado pelo “chumbo dos sábios” ou “negrume”. Sua característica está voltada para a força de coesão, a matéria e o corpo físico do alquimísta, elementos essencialmente da terra.

Cores simbólicas: Marrons e suas variações.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Dragon Magick


A Dragon Magick é um sistema mágico independente da religião de quem a pratica.

Magos cerimoniais, místicos e wiccanos podem, dependendo do seu preparo e vibração energética, praticá-la com sucesso. Este sistema mágico não conhece barreiras, a não ser o pré-requisito de que o praticante tenha uma experiência segura de práticas mágicas.

Consiste em executar magia com a regência dos Dragões Antigos (Forças Draconianas), que agem como co-magistas, ampliando e tonificando os efeitos.

A Magia Draconiana é o acto de moldar a realidade, adequar os padrões vibracionais para se atingir um objectivo através do Poder Pessoal, Vontade, Poder Elemental e Emoção. Junta-se a estes factores a Possibilidade Real de "vir a ser". Nesta modalidade de magia, não é suficiente o "pretender". Não se trata de milagre. Não se trata de "querer desesperadamente".

Trata-se sim, de uma maneira particular de se proceder nos caminhos mágicos, com os dois pés no chão e o coração nos outros mundos. Para se começar a trilhar um caminho com os poderes draconianos, é necessário ter em mente que sem um código de ética digno dos Dragões Antigos, nada que venha a acontecer, poderá ser creditado à Dragon-Magick.

Qualquer um pode juntar meia dúzia de ervas, alguns alfinetes, numa hora astrologicamente favorável e meter dentro de um caldeirão, mas isso não será Dragon Magick. Pode-se até dizer o nome sagrado dos Dragões Antigos em frente a um altar com uma estatueta de dragão, mas mesmo assim, não será Dragon Magick. Para ser Dragon Magick, é preciso saber fazer e fazer de alma, respeitando os códigos antigos. Sem um Código, um código draconiano, não passará de mais um entretimento.

A Magia Cerimonial lida com os elementos naturais da mesma forma como lida com tudo: De cima para baixo. Trata os atalaias como se fossem seres inferiores, "elementares", como dizem. E nessa dinâmica, criam conceitos como o círculo mágico, não para se colocar entre mundos, mas para garantir que não será atacado pelo que denominam "bestas feras". A Magia Natural simples vê os atalaias como parceiros mágicos, tratando-os como seres divinos, nem superiores, nem inferiores, mas aliados.

A Dragon Magick, por sua vez, trata cada caso separadamente. É comum que alguns desses aliados não sejam amistosos, então lança-se mão do círculo mágico para conter e proteger, tanto das forças agressoras, como da natureza dos aliados. Quando o aliado é um ser amistoso, a relação acompanha o seu temperamento. Mas, em hipótese alguma subjugamos, obrigamos ou castigamos alguém que queira prestar ajuda.

Uma vez enviada para o Cosmos, a magia draconiana terá que atingir um alvo. Directa e certeiramente. Mas, se não houver bastante motivação para guia-la até ao seu objetivo, essa energia volta a sua origem. Fica a serpentear á volta do seu autor, causando prejuízos e desequilíbrio. É o Retorno a funcionar.

Sendo assim, é melhor ter-se a certeza se realmente se quer e se é preciso trabalhar com a Dragon Magick.

Não há rituais elaborados e formais, nem textos sagrados que alguém recebeu de um antigo conhecedor, ou que “recebeu de um espírito” e coisas assim. Há apenas a transutação de sentimentos intensos em realizações através de um código que filtra e direcciona a energia para o foco.

Para se praticar a Dragon Magick é necessário que se torne um Dragão em primeiro lugar. O “grande segredo” é que a Dragon Magick é uma magia feita por dragões-humanos, pessoas que vibram na sintonia dessas forças intensas e avassaladoras. É por isso que não se encontra o tema em abundancia nas livrarias. Jamais se verá um Dragão em programas dos mídia, dissertando sobre as maravilhas de ser um Dragão ou a ensinar como se utiliza a Dragon Magick para resolver problemas do quotidiano.

Quando um bruxo torna-se num dragão, o dinheiro e a fama tornam-se coisas secundárias, pois os dragões vivem nas sombras, são arredios aos holofotes.

Os dragões nascem sozinhos. Nascem do fogo, da água, do ar ou da terra e aprendem a voar sozinhos, a cuspir fogo, caçar, encantar. Nascem da força de vontade de transcender a existência humana.

É claro que os dragões trocam pareceres com outras pessoas, aprendem e interagem. Mas esta magia é essencialmente íntima. Muitas vezes só faz sentido para o próprio operador. Todas as magias draconianas podem ser contestadas, criticadas e até mesmo negadas, mas nunca ignoradas, pois a sua força está nos resultados e o método é estritamente pessoal.


Artigo baseado num texto publicado pela Tradição Dragões de Avalon-TDA




Estágios elementares da magia draconiana

No artigo anterior, iniciei o tema da Magia draconiana, ou Dragon Magick, no qual referi um ritual, através do qual se consagra os instrumentos mágicos. O presente artigo serve para desenvolver mais esse tópico:
Para a consagração dos elementos e das ferramentas mágicas, desenha-se um circulo mágico e envoca-se o Dragão Guardião e os outros dragões, que correspondem aos elementos mágicos que eles representam, para que também eles, auxiliem na iniciação e na jornada mágica.

Uma vez iniciada, é preciso praticar os rituais mágicos com frequência, solicitando a presença e a participação dos dragões, estabelecendo uma parceria mágica, como também, homenageando-os (acender velas e incensos em intenção à eles). Assim, se vai adquirindo experiência com o guardião e com os outros dragões, que vão dando ensinamentos para encrementar cada vez mais as magias e propor ensinamentos e desafios. Porém, é muito importante que seja mantido um comportamento ético com eles, pois são pouco tolerantes com praticantes indisciplinados, relapsos e amorais.

Nesse sentido, pode-se afirmar, que a prática da Dragon Magic é estabelecida de acordo com os seguintes estágios elementares:

1. Ritual de Permissão para se aproximar dos dragões: Contacto com Tiamat, Deusa mãe dos dragões;
2. Ritual de Filiação: A busca de um guardião mágico, o mentor draconiano;
3. A Descoberta das ferramentas mágicas;
4. Consagração dos elementos e ferramentas mágicas;
5. Potencialização da frequência dos rituais mágicos e da participação dos dragões nas magias, criação de uma parceria mágica;
6. Fortalecer os elos com os dragões.

Assim, com o decorrer do tempo e da dedicação, vai-se aprimorando a magia draconiana, como também, fortalecendo os vínculos com esses seres mágicos e elementares, podendo estabelecer elos eternos com eles.
Sobre os elos atemporais, Naelyan Wyvern, fundadora da Tradição Caminhos das Sombras e da Tradição Germânica Wanem, destaca: "Existem aqueles que acreditam que quando se faz um laço de amizade com um Dragão, esse laço não é apenas para esta vida, mas sim para todas as vidas, por toda a eternidade e além".

A magia draconiana: "Dragon Magick"

Para quem acredita no poder mágico e na existência de dragões noutros planos e realidades e que os mesmos podem entrar na nossa realidade e contactar quem os chama, deixo aqui este artigo sobre a magia draconiana, pouco conhecida pelo público em geral. Não existe muita literatura sobre este tema, por isso, quem quiser saber mais, vai ter um pouco de dificuldade na sua busca:

O que são dragões?


Dragões são seres que habitam um dos muitos planos astrais com os quais temos contacto e que tocam o nosso mundo de alguma maneira. Se os dragões alguma vez tiveram existência física neste plano, é algo que não se pode afirmar, mas a universalidade das lendas e dos mitos sobre estes seres, leva-nos a deduzir que eles fazem visitas frequentes ao nosso plano desde a aurora da humanidade.

Existe uma lenda segundo a qual, quando os dragões encontraram o ser humano pela primeira vez, ainda nos primórdios da espécie humana, na sua sabedoria decidiram cuidar da criança que nascia, essa nova espécie, a fim de ajudá-la a se desenvolver. Mas os seres humanos mostraram-se tão cruéis uns com os outros, que os dragões começaram a achar que não valia a pena cuidar da humanidade e por isso, foram se retirando mais e mais para seu próprio plano, até não serem mais avistados neste mundo.

No entanto, a mudança de comportamento de alguns humanos, que possibilitaram a volta da Deusa e o fortalecimentos dos movimentos ecológicos, fez com que alguns dragões se disputassem a se aproximar da humanidade novamente, desde que a iniciativa partisse de nós.

Como habitam num plano que consideramos astral, os dragões podem assumir qualquer forma e tamanho que desejam, mas costumam assumir a forma humana para se comunicar melhor com o homem.

Desde a aurora dos tempos, os dragões são atraídos pela magia, pois é por meio dela que estas criaturas criam vida nesta dimensão. É por isso que os praticantes de Magia podem entrar em contacto com os dragões.

Os dragões são seres sábios e poderosos, que possuem um código de ética extremamente rígido e levam muito a sério os compromissos que assumem, ou que são assumidos com eles. Costumam reagir com extrema violência quando sentem que foram usados ou traídos de alguma maneira.

A prática da Dragon Magick, portanto, exige disciplina, comportamento ético em todas as áreas da vida, respeito pelo livre-arbítrio dos outros seres, respeito e reverência pela vida e pelos compromissos assumidos.



O que é necessário para se praticar a Dragon Magick?

Antes de qualquer outra coisa, é preciso saber por que se quer praticar este tipo de magia. Se a motivação básica é o respeito e o amor pelos dragões e pela sua magia, então é ir em frente. Mas, se o objetivo é ganhar poder para impressionar os outros, é desistir enquanto é tempo.
Se as motivações forem dignas e o desejo sincero, deve-se primeiro começar por aprofundar o conhecimento e a conexão com os elementos.

Por norma, os praticantes compram estatuetas e jóias de dragões, uma vez que eles são atraídos por pessoas que gostem deles e que exibam com orgulho esse amor. O ideal é ter um altar exclusivo para a prática da Dragon Magick, com instrumentos consagrados apenas para esse fim.

São necessários os instrumentos básicos de magia, tal como o athame, bastão, cálice, pentagrama, um espelho, um caldeirão e, se possível, uma espada.

O primeiro passo é estabelecer contacto com os dragões. Pode-se ter sucesso na primeira vez que se tentar ou pode levar vários meses. O primeiro contacto é feito através de um ritual.

Primeiro, faz-se uma meditação com a Grande Mãe Dragão primordial. Ao conversar com ela, deve ser dito que se deseja aproximar dos dragões e pede-se as bênçãos da Deusa. Uma vez que se tenha obtido a bênção da Deusa, compõe-se um ritual, no qual o objectivo é a aproximação e pede-se a um deles (dragões) que seja o companheiro mágico e guardião.

Deve ser oferecido incenso diariamente aos dragões, pois estão associados ao elemento fogo. Há quem cante e dance com eles.

Quando um Dragão se apresentar, deve-se criar um laço de amizade, amor e respeito mútuo. Cnvém passar algum tempo apenas estreitando esse laço. Convida-se o Dragão a participar nos rituais, para que ele comece a fazer parte da vida mágica de quem o chamou.

Quando se sente que a conexão com ele, está firme e plena, é hora de se dar o passo seguinte, que é pedir-lhe ajuda para se encontrar os instrumentos mágicos que serão usarados na prática da Dragon Magick.

Quando se tiver os quatro instrumentos principais, realiza-se um ritual para consagrá-los. Traça-se o círculo, evoca-se a presença do Dragão Guardião e apresenta-se às direcções e aos dragões dos elementos, pedindo que eles auxiliem na nova jornada mágica.

Consagra-se então, os instrumentos dentro desse círculo.

A partir daí, começa-se a estreitar o contacto com os dragões associados a cada elemento. Medita-se com eles, dança-se e canta-se para eles. Tentar acender velas no altar todas as noites, como uma homenagem aos dragões e envoca-se sempre que se fizer magia, pedindo que eles acrescentem a sua energia a os seus feitiços e rituais.

Eles estarão sempre presentes, desde que se tenha atitudes coerentes e se permaneça fiel ao seu próprio código de ética.

Os dragões são protectores fantásticos! Se se conseguir fazer amizade com um deles, ele será um protector leal para toda a vida. Mas também são seres dotados de pouquíssima paciência quando se trata de pessoas indisciplinadas, preguiçosas, hipócritas e falsas e tendem a demonstrar o seu desagrado de maneira bastante evidente.

Há quem acredite que a amizade com um dragão é para sempre. Não apenas para esta vida, mas para todas as futuras, por toda a eternidade e além. Por isso, se deve pensar muito bem, antes de se decidir trabalhar com eles.



Artigo baseado num texto publicado em www.astrologosastrologia.com (portal astrologia e esoterismo)